Meu professor de análise sintática era o tipo de sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida regular, com um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos a agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski, falecido poeta aqui das bandas do Sul, é mais famoso pela Pedreira Paulo Leminski, lugar de eventos em Curitiba, onde já teve show de Paul McCartney, mas atualmente só acontecem shows de rock, metal, onde o pessoal se droga e bebe a granel.
4.2.04
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