Toda vez que eu bocejo eu sinto um desconforto. Tudo culpa do meu professor da faculdade. Sabe aquele soninho que bate logo depois do almoço? Então, a aula dele é às 13:30. É um bom professor e tal, mas é daqueles que se acham os tais. Eu não durmo na aula dele, eu presto atenção, sou muito participativo até, mas às vezes não dá pra segurar um bocejo [e eu sou daqueles que bocejam bem alto, hehe]. E não é que o mestre implica com isso? Já perdi as vezes da conta em que eu bocejei e ele disse: "Quem estiver com sono pode ir embora!". O pior é que ele não olha na minha cara pra dizer isso, mas fala quase sempre do meu lado, olhando pra turma, com ar de autoridade. Tudo bem, fazer o que? Professores são caras excêntricos assim. Tirei a nota mais alta na prova dele. Continuarei bocejando do mesmo jeito exagerado de sempre, Ok?
31.12.03
30.12.03
SHARE OR WILL BE BANNED
Escute essa música que é muito boa!
Assista esse filme que é ótimo!
Vá em tal lugar que você vai gostar!
Coma tal coisa que é uma delícia!
Percebam a nossa necessidade em querer compartilhar as coisas com os outros. É vital. Não há nenhum sentido em você saber que algo é bom e não contar ao
menos para uma pessoa sobre isso. É algo inerente ao ser humano, assim como o reconhecimento de nossa existência. Minha mãe uma vez me contou sobre aquele
filósofo famoso, o Jean-Paul Sartre, e sua doutrina sobre o existencialismo. Algo mais ou menos assim: Você pode viver sozinho, mas você não existe, pois só
um outro ser humano, que não você, pode reconhecer sua existência, provar que você realmente existe. Se você mostra algo a uma pessoa, e ela gosta, você se sente bem. Pronto. Já garantiu sua existência por algum tempo. Felicidade, orgulho, amor, mantém as pessoas existindo, e é fruto de uma interação indivíduo/indivíduo. Quando essa interação não é benigna, as pessoas perdem o seu sentido de existir e o do próximo também, por isso que elas se matam e matam os outros. Bom, era mais ou menos nisso que eu estava pensando... viajei?
29.12.03
CUPIM
Tem um armário branco embutido no meu quarto que já estava aqui no apartamento antes de mudarmos. Só que ele está sofrendo um ataque fulminante de cupins. Sábado minha mãe encheu o armário de querosene [o princípio ativo do gimo-cupim]. Tá um cheiro muito forte, de dar dor de [aliteração proposital] cabeça. Não consigo nem entrar no quarto. Odeio ele. Vou quebrá-lo em mil pedaços quando minha mãe for embora, hehe.
Hoje almocei num restaurante muito chique. A conta ficou em mais de 60 reais. Nem ligo, eu não paguei nada mesmo, hehe
Atualização:
Na verdade a conta saiu em 90 reais e 7 centavos.
Atualização 2:
Hoje na verdade é ontem, dia 28
28.12.03
Bem-vindo, dia 28 de Dezembro de 2003
Você nunca existiu
Mais um degrau que eu vou pisar
Só não sei se estou subindo ou descendo
Espero que subindo, lógico
27.12.03
Little Big Adventure 2 - Twinsen's Odyssey
Um jogo de computador que marcou muito a época em que eu estava entrando na adolescência [1998/14 anos] foi o Twinsen's Odyssey. Conhece? Nossa, como eu gostava daquele jogo. Tudo nele era bom, inclusive a trilha sonora que era muito bonita e eu nunca esqueci. Esses dias fiquei super feliz pois achei o MP3 com uma das músicas do jogo, muito MOC. Quem quiser é só pedir pra mim, Ok?
Bom. Isso é o suficiente pra começar o ano. Se fizer ao menos uma dessas coisas já estou satisfeito. Não sou um cara de muitas ambições, a não ser a de ficar rico, hehe.
TO DO LIST - 2004
Terminar de montar minha bicicleta [por enquanto só tenho o quadro, da Alfameq]
Esta fotografia merece um poeminha improvisado, sem rimas
dorme, menina
feche os olhos
não preste atenção nos sons ao seu redor
não se distraia de seu sonho...
tão real
durma bastante e acorde mulher
quando você despertar
serei a primeira pessoa que você verá
dorme, menina
Pedro Spoladore
Me afastei muito dos meus amigos virtuais. Toda aquela galera no meu ICQ. Sumiu todo mundo, ou melhor, eu sumi. Mesmo assim, hoje fiz uma faxina na minha lista de contatos. Deletei um monte de gente que eu nem sabia que estava lá, e um pessoal que eu sabia, mas quero esquecer. Quero voltar a conversar mais com as pessoas.
26.12.03
Ontem terminamos de ver a trilogia de O Poderoso Chefão (The Godfather). Terça, Quarta e Quinta. 1 por dia. O Felipe nos acompanhou em todas, hehe. Todos acharam que foi excelente. Mas o melhor sempre era o café da tarde que a gente tomava depois, e engatavámos uma conversa que ia até às 10, 11 da noite. Valeu muito.
"Leave the gun. Take the canolli!"
Clemenza, capanga dos Corleone, na frase que se tornou célebre no primeiro filme
25.12.03
Hoje não estou a fim de escrever coisas bonitas!
Hoje não estou a fim de postar aqui um poema de amor!
Hoje não estou a fim de colar aqui uma frase de algum famoso!
Hoje não estou a fim de copiar nada legal que vi em outro blog!
Hoje não!
Hoje eu bati com a cabeça na parede. Amanhã estou legal.
Amanhã estarei a fim de escrever coisas bonitas...
24.12.03
Há algum tempo eu e o Brian desenvolvemos uma nova unidade de medida. Serve para medir a qualidade das coisas. Ainda não está completa, pois polariza muito entre qualidades extremas. MOC, é quando a coisa é de boa pra ótima. LÉO, de ruim a péssimo. MOC e LÉO são duas marcas de achocolatado em pó. A primeira é classe A, a segunda é disgusting. Minha família é MOC. Meu blog é MOC. Então, se eu disser que você é MOC, sinta-se elogiado. Agora, se for o contrário...
22.12.03
BOMBA: "DEIXEI DE TOMAR MAMADEIRA AOS 8 ANOS" Pedro Spoladore
É verdade. 30 de janeiro de 93. Era aniversário da minha irmã lá em casa. Um amigo meu entrou na cozinha e perguntou se aquela mamadeira era minha. Depois daquele dia, nunca mais. Foi difícil acostumar, sofri muito. A minha mamadeira era especial, de 1 litro. Basicamente era café-com-leite e nescau, às vezes, água. Nunca chá (não tomo chá desde que me entendo por gente). O bico dela era enorme, e eu apostava com minha irmã pra ver quem terminava antes. Nunca perdi. Eu era o melhor naquilo. Um verdadeiro campeão. Mas por causa dessa sociedade claustrofóbica e preconceituosa em que vivemos, tive que largar desse hábito.
Minha mãe me lembrou hoje, já tinha esquecido. Na quarta, dia 17, fez 10 anos que eu tive minha primeira (e única) convulsão. 19-10=9 anos. Eu estava na casa dos meus avós, assistindo Esqueceram de Mim 2. Tava na cena em que ele (o Culkin, o queridinho do Michael Jackson) entra naquela loja gigante de brinquedos. Comecei a me sentir como se tivesse levado um choque (sim, já levei um choque de 110V em 89, aos 5 anos), perdi o controle dos dedos e em seguida fiquei inconsciente. As cenas a seguir foram baseadas na denúncia do ministério público (brincadeira, mas parece coisa do Linha Direta, hehe): segundo meus irmãos, eu comecei a rodar, deitado no chão, loucamente. Meu irmão pensou que era brincadeira, e começou a me chutar. Quando ele viu que o negócio era sério, continuou enchendo a bica em mim, mas agora de desespero. Babava feito bebê. Enfim eu desmaio. Minha vó pensou que eu morri e fez respiração boca-a-boca. Comédia. Acordei a caminho do hospital. Por causa disso, tomei carbamazepina e fiz eletroencefalograma durante 5 anos. Hoje sou uma pessoa normal, ou não.
ADORO ANDAR DESCALÇO
Caramba! Não sei o que tá acontecendo que quase todo dia eu bato o dedo mindinho do pé em algum lugar. Dói demais. Quem fica do meu lado numa hora dessas recebe alguns socos, mas não é por mal, hehe...
Não sei quem me perguntou esses dias de como era a EAV na época em que morei lá. A resposta é simples: eu não lembro, eu tinha só 2 meses de vida... =]
Estou fazendo um curso nesses últimos dias. Um curso muito importante. A professora é minha mãe. Trata-se do curso superintensivo becoming dona-de-casa. Hoje eu tive algumas aulas: "como lavar sua roupa de forma eficiente" [eu já tinha até esquecido, Josh :-) ] e "como lavar o banheiro economizando água". Algumas considerações a respeito: as costas doem, o joelho dói, as mãos doem e ficam enrugadas. Mas eu preciso aprender direitinho, pois vou morar sozinho, desta vez sozinho mesmo.
21.12.03
PANE DE TONNI
Ganhei 2 panetones Bauducco da minha vó hoje. Já estava sem esperanças de passar o natal com, pois acho muito caro e não compro. Como a D. Celma sabia que eu gostava desde pirralho, me deu. Beijo grande, vó.
20.12.03
MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO...
Os planos do Marumbi mudaram de última hora. Nada foi como esperávamos. Mas em compensação tivemos uns dos — senão o — melhores sábados do ano. Filmamos tudo. Jessé, QUEIME ESSA FITA O QUANTO ANTES!
CENA 1:
9km à pé, do carro até a base da Montanha. Podemos escalar? Não. Mais 9km da base até o carro. Cansou muito. Galera desanimaaaada...
CENA 2:
Reviravolta. Estávamos na praia de Guaratuba agora. Travessia de ferri-boat. Demais. O Brian tentou arranjar a casa da vó dele pra gente passar a noite. Posso, vó? Não.
CENA 3:
Opa. Voltamos novamente, via ferri-boat. Agora fomos para Caiobá. Sem comentários. Eu só dei risadas.
CENA 4:
Fomos até a casa da minha tia, em Praia-de-Leste, mas já estava ocupada por uns parentes do meu tio. Pessoal entrou no mar, menos eu. Fiquei cuidando das roupas e, claro, pensando na vida.
CENA 5:
Let's go home
Nem quero detalhar nada. Sei lá. Foi ótimo, mas não era pra ser. To meio assim... sabe?
Atualização:
O Lipe explicou melhor AQUI como foi o nosso passeio. Muito divertido.
Atualização 2:
Coloquei a localização das cenas no mapa. Confiram. Foi uma viagem e tanto...
QUER UMA BOA FOTO? TIRE VOCÊ MESMO
Da esquerda pra direita, de cima pra baixo:
Keli, Paulo [casou ontem, parabéns], Petia, Lipe, Diva, Hannah, Anne e Michele [as 2 últimas não sei ao certo como se escreve pois não as conheço muito bem]
Será que eu era o mais alto da turma? :-)
Bom, só um aviso aos menos desavisados:
Não precisam se esconder atrás de pseudônimos, ok? Primeiro porque eu não gosto. Segundo porque eu consigo rastrear [sim, já sei quem sou eu]. Certo??
19.12.03
CONTAGEM REGRESSIVA...
Faltam menos de 24hs para o imponente.
Saudades de todos e de eu. Fui!
18.12.03
RELES ATÉ A MORTE
Esse é o Reles, aos 16 anos de idade e com cabelo de chileno
Refleti muito e decidi que continuarei chamando o Reles de Reles. Rena? Nato? Não! Reles. É perfeito, sempre foi.
Só o Renato sabe o carinho que tenho por ele, e esse apelido que eu lhe dei não o desmerece em nada. Só paro de chamá-lo assim se o próprio Reles pedir-me. Não gostou? Me processe!
Hoje acordei querendo parecer diferente de todo mundo.
Estou pensando em por um piercing no cotovelo, o que acham?
O oráculo desconhece a existência de um. Até agora...
Sabem qual a semelhança entre Charlize Theron, Julia Roberts, Kirsten Dunst, Catherine Zeta-Jones, etc. e Cate Blanchett? São atrizes bonitas [apesar de a Cate ser a mais bonita]. Agora, sabe qual a diferença? A Cate é ótima atriz e as outras são *apenas* atrizes bonitas.
Eu e meu irmão vamos montar uma banda. Não temos muita coisa definida, apenas que eu serei o guitarrista galã e ele o violonista gênio e depressivo. O resto a gente vê depois...
17.12.03
Tá passando um seriado na TV Cultura muito bom. Galera é parecido com Malhação no que diz respeito a ser estrelado por jovens e ser ambientado também num colégio. As semelhanças param por aí, a começar que o colégio do Galera é estadual, e não de ricos filhinhos de papai que é o Malhação. O papo é muito mais cabeça, por assim dizer, diálogos mais inteligentes e bem mais engraçados. O melhor é que são atores desconhecidos, que estão começando, mas isso só faz parecer mais real. Gírias, muitas. Começa às 6:15 pra quem quiser assistir. Vale a pena ver. Destaques para a linda Ana K. (Roberta Youssef), o gente fina do Pedro (Ícaro Silva) e o Neto (Rafael Barioni) que é prata da casa da TV Cultura. Pra quem não lembra, ele fazia aquele programa que eu adorava, o X-Tudo.
16.12.03
Hoje é o último dia de vestibular da UFPR. Em 99, meu irmão fez. Em 2001 fui eu. Este ano, 2003, é a vez da minha irmã. O meu também foi nessa época de Dezembro, mas o resultado só saiu em Janeiro. Especificamente no dia 18. Difícil esquecer esse dia. Minha prima e tia de Londrina estavam aqui, hospedadas no hotel que minha mãe era gerente. Algumas horas antes de sair o resultado, minha tinha me levou a uns dos restaurantes mais famosos de Curitiba. Depois de algumas garfadas, corri para o banheiro, com ãnsia de vômito e diarréia. Hehe, foi engraçado que eu não sabia o que fazer primeiro, se vomitava ou... bem, eu estava muito nervoso. De volta ao hotel, eu e minha prima fomos à sala de informática pra conferir o resultado pela internet. O site nem abria direito, de tanta gente acessando. Algumas quadras dali fica a praça Carlos Gomes, onde é a sede do jornal que publica a lista dos aprovados. Eles jogam tufos de jornais pela sacada e a galera se debatendo pra pegar lá embaixo. Minha mãe foi até lá pra tentar pegar um jornal. Quando ela surrupiou um, todo rasgado, eu tinha acabado de ver o resultado pela internet. O doido é que minha mãe foi correndo pro hotel me procurar e eu fui correndo pra praça procurar ela. Nos desencontramos, hehe. Mas depois foi só alegria.
15.12.03
MARUMBI - O RETORNO
Se tudo der certo, e espero que dê, eu e o Lipe iremos escalar o Pico do Marumbi pela segunda vez. Vai ser nesse sábado. Levaremos alguns marinheiros de primeira viagem, mas ainda não sei a lista definitiva dos comparsas. Parece que confirmado está só o Gabriel, mas tudo bem, o que importa é fechar em 5 pessoas. É uma maravilha. A viagem toda é gostosa, e estar no topo do Marumbi, a mais de 1500 metros de altitude, é uma sensação difÃcil de explicar, só indo mesmo.
Estou preparando um CD pra gente ir ouvindo na estrada. Vai ser surpresa, mas o pessoal vai se divertir muito, pódicrê. Boas risadas. Só preciso arranjar uma câmera digital até sexta.
FOI SEEEEECO!
Furei de ir no cinema com a Lívia, Talita e Juliana para ir com o Lipe, Keli, Dani e Camila. Só que esses furaram comigo. Empatou.
Moral da história: "mais vale um ingresso de cinema na mão do que dois voando..."
Tô sem sono... ando muito sem sono ultimamente.
E pensar na vida de madrugada eu não acho legal.
Mas as coisas estão acontecendo, minha vida vai mudar pra caramba a partir de Janeiro... e eu preciso ajustar minha cabeça.
Impressionante uma coisa... sempre às vésperas de escalar o Pico do Marumbi, ou às vésperas de o meu irmão vir me visitar, acontece algo, uma mudança na minha vida. Só que essa semana vai ocorrer os 2: o Pico do Marumbi e o meu irmão, de uma vez. MEDO!
14.12.03
PEGARAM O ASSADÃO
Saddam Hussein Captured Alive Near Tikrit
13.12.03
Comecei hoje cedo, terminei agora. Estava fazendo uma limpa em todos os meus CD's. Aproveitei para limpar e organizar a mesa do computador. Putz, se tivesse uma máquina digital já teria feito o básico "Antes e Depois". Impressionante. Joguei fora mais de 50 CD's de computador, e alguns de música. Foi pro lixo também muitas caixas de CD que estavam quebradas e/ou trincadas. Por último, peguei alguns que nem sabia o que tinha dentro e fui vendo no computador. Muitos MP3s. Joguei tudo no meu diretório "music". Achei também alguns documentos, do tempo em que estava em Lavras-MG. Uma foto me chamou a atenção:
Pra quem não lembra, esta mulher de preto era a babá que foi flagrada, por uma câmera escondida, espancando as crianças de um casal, após a suspeita dos pais, no final de julho do ano passado. O Brasil inteiro gostou de ver, inclusive eu, claro. A revolta nos consome, nos incita a fazer e concordar com coisas inimagináveis. Mas levemos pelo lado engraçado, funny. Graças a essa foto, foi criado este selo:
Eu concordo.
Sabia que os melhores meses para se podar uma árvore são os meses que não possuem a letra R? Maio, Junho, Julho e Agosto. As grevilhas são podadas nessa época. Grevilhas são árvores muito lindas, árvores de floresta temperada. Passei toda a minha infância rodeado delas. Ainda sinto o cheiro...
Todo ano a gente esperava. E como esperávamos. Nossa maior alegria era ver o Sr. Heitor se preparando para podar a primeira das muitas grevilhas do condomínio. Sr. Heitor era uma espécie de faz-tudo. Bigode, barba mal-feita e óculos trincados, o velho era encanador, eletricista, jardineiro, pedreiro e tudo o mais que precisasse. Ranzinza, mas de bom coração, ficava nervoso com a nossa presença. Só ele e o Sr. Marino, o porteiro, sabiam o porquê daqueles olhinhos brilhantes, acompanhando cada galho de grevilha que ia ao chão. Os galhos maiores e robustos tombavam acompanhados de um "Oh" coletivo. Quem nos via observando a poda não entendia qual a graça de ficar ali parado, enquanto tinha tanta coisa com que brincar, afinal, éramos crianças, da mais tenra idade.
Fim do dia. Os muitos galhos e folhas eram amontoados e jogados no terreno baldio ao lado do prédio. Eram inúmeras viagens com um carrinho-de-mão, sempre lotado de galhos. Escurecia. Nós íamos para nossos apartamentos, elétricos, querendo gritar e pular ao mesmo tempo. Andávamos todos descalços, com os chinelos entre os dedos das mãos. Eu morava no Bloco B. Era difícil pegar no sono, tamanha a ansiedade para que o dia seguinte chegasse logo. Eu apertava o travesseiro de empolgação, e me revirava na cama até o lençol cair. Aí eu acabava dormindo, com o travesseiro nos pés e a cabeça pra fora da cama.
Logo cedo, já estava todo mundo reunido na grama, ao lado da piscina. As idades variavam de 7 a 14 anos — éramos muito unidos, muito amigos. Só faltava o Tiagão, também conhecido por Teta. Ele ia liderar o grupo esse ano. Enfim ele aparece, com uma folha de papel em uma mão e um gravetinho de — adivinha — grevilha noutra. Fomos todos em direção ao terreno baldio. Uns, mais afoitos, chegavam antes, mas depois voltavam para acompanhar o grupo que tentava ver o desenho do papel, em vão. O mistério acaba aqui. No papel tinha a "planta" de nosso mais ambicioso projeto, uma espécie de barraca gigante, feita de galhos e folhas de grevilha. Essa seria a quarta versão do projeto em quatro anos, desde que tivemos a idéia genial de abrigar-nos, nós e nossos sonhos, dentro de um mundo feito por nós.
Era o nosso maior orgulho. Essa seria a mais perfeita de todas as barracas já feitas. Aprendemos muito com os defeitos e problemas que culminaram na destruição das antecessoras. É por isso que essa teria um esqueleto reforçado e unido por coxim (uma espécie de borracha adesiva para recapar pneus), que foi colocado em cada junta de galhos, para dar melhor sustentação — a primeira barraca mal parava em pé. Teria também um sistema anti-incêndio, composto por várias garrafas pet de 2 litros cheias d'água, e que eram enfileiradas estrategicamente no teto, onde os galhos se cruzavam formando um garfo — a segunda barraca virou cinzas, foi incendiada por um piromaníaco anônimo. Contaria, dessa vez, com um moderno sistema de armadilhas contra estranhos invasores, tais como buracos camuflados em volta desta, lanças afiadas que caíam do teto se acionadas por alguém e um sistema eficiente de vigília, através de pequenas frestas estratégicas na barraca, dando uma cobertura de 360º do terreno — a terceira barraca foi invadida e destruída por meninos de rua do bairro, nossos arquinimigos, num momento de descuido. Lembro o nome de um deles até hoje: João.
A construção durou 2 ou 3 dias, não me lembro. Só me lembro dela pronta. Era em forma de um tridente. Havia a entrada principal, que dava para um grande corredor que se dividia em 3, sendo que cada um possuía uma entrada secundária. Em alguns lugares da barraca era até possível ficar de pé. Não demorou muito, e o pessoal começou a trazer objetos de casa. Panos rasgados, colchão velho, rádio de pilha, lanternas, facas e, claro, muita comida. A princípio fomos nos acomodando onde dava. Cabia todo mundo. Tudo era de todos.
Mas não passou nem um dia, e já se via discussões sobre fulano que invadiu o espaço de beltrano. Pronto, aí começou a confusão. A Tridente, como ficou conhecida, foi dividida então em pequenos lotes para cada um. Mas uns reivindicavam lotes maiores, pois diziam ter ajudado mais que outros. E outros, que nem participaram da construção, apareciam querendo comprar lotes de uns. Tinha, ainda, alguns que reclamavam da localização de seu lote. Falavam que estavam tendo problemas com o vizinho do lado, ou que não tinham uma vista bonita do terreno. Criou-se, então, regras de conduta e boa convivência. Parece brincadeira mas é a pura verdade. Esses acontecimentos me fizeram compreender que o comunismo e o socialismo são tão utópicos quanto seus idealizadores. É cada um por si e Deus por todos. Sempre foi assim e sempre será. E ali na Tridente não era diferente. Precisava ter um soberano, no caso o Teta, para tomar as decisões pelo grupo, em prol do grupo.
Numa tarde, quando a Tridente foi invadida por 3 jovens (naquela época um jovem de 15, 16 anos era um gigante para nós) , sendo que um deles estava armado com revólver, eu percebi que nossa alegria ali já não duraria muito. Levaram algum dinheiro e comida e foram embora, tranqüilos. Depois desse episódio, já era notável os lotes vazios que iam aparecendo na barraca a cada dia. Por outro lado, foram-se definindo os verdadeiros moradores da Tridente.
Na frente do terreno, morava uma mulher que nos odiava. Só podia ser ódio aquilo, pois ela tentou botar fogo na Tridente várias vezes, sem nenhum motivo aparente. Não deu certo, claro. Mas o dia tinha chegado. Uma semana depois de sua construção, a barraca amanheceu destruída. Totalmente retalhada. Não tínhamos o que fazer, não sabíamos nem quem foi que cometeu tamanha crueldade — Até hoje eu ainda acho que foi o Sr. Marino, o porteiro. Ele nunca foi com a nossa cara. Ficamos um tempo ali, contemplando aquele momento de alívio. Alívio? Pois é, eu me sentia aliviado. Acho que todo mundo ali se sentiu aliviado também. A Tridente se tornou um grande fardo para nós, e agora estávamos livres dele. Lembramos que naquele mesmo terreno baldio tinha várias espécies de aranhas, das mais horrendas. Então fomos caçar aranhas...
12.12.03
CURITIBA. MINHA CIDADE, MEU ORGULHO
Hoje eu tava andando na rua e vi um carinha muito doido, "andando" de ré numa cadeira de rodas, mó rapidão. Meu, Curitiba é a cidade onde tem mais pessoas deficientes que eu já vi. Sério. Mais uns passos e vejo uma mulher deitada no chão do calçadão da Rui Barbosa, provavelmente chapada, ou morta, vai saber. Do lado, dois guardas de braços cruzados. Na volta pra casa, uma turba de meninos de rua, aloprados, com seus saquinhos de cola. Foi então que eu e o Xande tivemos a idéia de criar cartões postais com essas cenas pesadas. Será que ia vender?
Odeio ver shows ou clipes em que a banda termina a música quebrando tudo, principalmente os instrumentos.
Por que os integrantes não se quebram entre eles e doam os instrumentos para pessoas carentes de guitarras, violões, como eu?? :-D
11.12.03
A porta do meu quarto tá sem trinco. Quebrou. Então se fecha, é dificílimo de abrir, só eu consigo, se estiver dentro do quarto ainda. Tem que ter toda uma técnica e a chave-de-fenda correta. Minha mãe, esperta, deixa um pano em cima da porta pra que não feche totalmente. Bom, pra resumir a ópera: o pano sumiu, a porta fechou e eu estava dormindo... é, a porta fechou com o vento provocado por uma corrente de ar vinda de uma fresta na janela. Sem problemas. Mas mamãe fica apavorada quando ela fecha, hehe. Fez um "pequeno" escândalo.
— Mãe, deixa que amanhã cedo eu abro isso... tô com sooooooono!
[ Silêncio ]
Quando minha mãe faz silêncio é porque ela está certa e alguma coisa terrível vai acontecer se eu não obedecê-la. Abri a porta, mas perdi o sono. Agora, só ouvindo Sigur Rós pra dormir novamente.
EU ACREDITO EM SÉRGIO GOMES DA SILVA
MP denuncia amigo do prefeito Celso Daniel como mandante do crime
MAS POR FAVOR...
Não me jogem a pecha de revoltado, que eu não sou, não. Tá, só um pouquinho. Mas eu sei apreciar as coisas belas da vida, como andar descalço, dormir de bruços... Ah, e dia 25 estréia "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei". O melhor filme de ação de todos os tempos. Todos estão convidados a irem comigo no cinema. Eeeeeeee!!!
OS MANO GRAFITEIRO DE PARIS
Aqui no Brasil, desenhar em grafite é coisa de pobre, é arte da periferia, é os mano que, depois de receber uns pescotapas da PM, deixaram de pichar para ser grafiteiro, mas o protesto, a revolta social é a mesma. Em Paris, como tudo na Europa, é arte em forma bruta. Nada de protesto social. É bonito, sim, como tudo parece ser lá, o que me dá a menor vontade de conhecer, coisa mais artificial, mais fora da realidade feia em que vivemos. Mas como já disse, é bonito, então vou mostrar:

EU ACREDITO NO BOM VELHINHO
Papai Noel é flagrado distribuindo heroína
EU CORRUPTO
Em Foz do Iguaçu, oeste do Paraná, fica a fronteira do Brasil com o Paraguai. Essa semana foram presos 55 policiais rodoviários federais, acusados de receber propina para facilitar o contrabando na região. Serão transferidos policiais de outros estados para ocupar essas 55 vagas. Nada de extraordinário nisso, não fosse o fato de eu não acreditar mais em solução alguma para esse problema. Na Bíblia diz, no livro de Jeremias, que o coração do homem é desesperadamente corrupto. Sempre foi assim e sempre será. Não há governo, não há uma lei maior que resolva isso. E tudo tende a piorar, o que me deixa sem esperança, e é horrível não ter esperança. Nesta vida.
10.12.03
Sabe quando você tá andando na rua, geralmente movimentada, e vem uma pessoa no sentido contrário, bem no seu caminho, então você fica naquela agonia pra decidir rapidamente se vai pra esquerda ou pra direita, e na maioria das vezes dá de nariz com o outro transeunt? Então... eu passei um tempo analizando essa situação e descobri que a melhor maneira de evitar o choque certeiro é: na dúvida, olhe pra baixo... fique andando e olhando pra baixo... reto! Você vai ver que o outro Homo sapiens sapiens ( este segundo não é geral ) vai passar longe docê... credita em mim, vai!!
MENSAGEM SUBLIMINAR
Nos outdoors de Curitiba, aparece uma propagando parecida com essa da TIM:
Só que tem uma diferença. No outdoor aparece R$ 0,09 centavos o minuto para 3 celulares TIM.
Meu, não é centavos, e sim reais. Centavos seria se aparecesse 9 centavos. Mas se está 0,09 o certo é reais. Do jeito que está, dá a entender que é mais barato do que parece.
REMÉDIOS PARA TODOS
Aqui em Curitiba rolou um fight muito doido entre as redes de farmácia. Tudo começou quando a Nissei resolveu dar desconto de 40% para TODOS os medicamentos, há 2 semanas. Daí as outras, não querendo ficar pra trás, foram mais além: 41%, 43%, 45%. Como eu moro no centro, centrão mesmo, acompanhei a briga de perto. Até segunda-feira, as drogarias pareciam supermercados, ou melhor, lojas de 1.99, lotadas, empurra-empurra, filas, artistas de rua fazendo estripulias pra chamar a atenção, anões gritando ao microfone, sacolas e mais sacolas. Daí ontem, enquanto dirigia, eu deixei o rádio ligado na CBN, e estavam falando justamente sobre essa doidera que deu nas farmácias. Entre muitas coisas discutidas, o repórter perguntou se baixando os preços dessa forma, não teria o risco de a pessoa se auto-medicar, e até comprar remédios de que não precisa. Pertinente essa questão. Eis o meu ponto de vista:
A cada ano só aumenta o número de doentes, só crescem os casos de câncer, e remédios e mais remédios são criados para "remediar" tudo isso. Naturalmente, quanto mais doenças, mais remédios, certo? Errado. Pra mim é o contrário. Quanto mais remédios, mais doenças. E isto acontece quimicamente, mexendo com nossas células, anticorpos. Um exemplo. Você está com febre? Dá-lhe remédio, mesmo que seja uma febrinha. Mas a febre não é resultado da reação dos nossos anticorpos frente a um corpo estranho? Sim, mas tá com febre, precisa de remédio. Se sua febre sair com remédio, quem ganhou foi o remédio, e seu corpo perde, e se acostuma a perder, e se enfraquece, cada vez mais. Agora, se você deixa seus anticorpos agirem, e a febre sair, você ganha duplamente, pois fica mais resistente ao próximo ataque. Eu tinha um problema muito sério no nariz: rinite. O número de gente que tem isso só cresce, e os remédios também. Chegou uma época em que eu usava uns 4 remédios diferentes para o nariz, pois já não faziam quase efeito. Isso me deu uma infecção violenta. Parei tudo. Hoje me considero curado (sem contar os 9 espirros seguidos na casa do renato, semana passada.. é rinite alérgica gente, poeira nem pensar!). Claro que tem muito remédio que é essencial que se use, como os de câncer, AIDS, mas usar remédio pra qualquer coisinha não vale a pena. Viajei de novo?
9.12.03
ROWLING, ROWLING, ROWLING
Hoje fui jogar boliche com o Paulo, Luiz Arthur, Lipe, Keli, Diva e a Hannah. Fazia um tempão que não usava aqueles sapatos fashion.
Valeu mais a companhia da galera do que o boliche, que estava meio sem graça — claro, mas também só fiz um strike, hehe!
E de brinde eu ganho um relógio muito lindo do Paulo:
-Petia, você não gosta de usar relógio? (desde 92 não uso um)
-Gosto, mas é que nunca me deram um de presente (né Felipe???)...
-Tomaqui. Comprei em Barcelona. É seu.
Valeu Paulo, te amo cara. E vou fazer de tudo pra poder ir no seu casamento, fica frio!
8.12.03
ÔNIBUS
Acontece de tudo dentro de um biarticulado
Sexta-feira, se não me engano, eu vi aquele ator, o Thiago Lacerda, no tubo da Rodoferroviária. O cara é muito alto. Não falo mais nada. :-|
Como sempre acontece, lendo de dia o que escrevo de madrugada, eu chego à conclusão de que devo dormir mais cedo...
E sim, eu estava sóbrio [ considerando o leite como uma substância lícita ]
É ESSA
O que se pode esperar de alguém (triste) acordado às 2 da manhã??
Desde pequeno, conta-se 5, 6 anos de idade, já havia um alguém do sexo oposto que despertava-me maior admiração. E isso sempre transcorreu, conforme os anos foram passando, de forma absolutamente normal para mim, apesar de parecer precoce, não sei. "É essa". Pronto, estava gostando de uma garota. Algo totalmente platônico e inocente. Acho que todos que estão lendo este texto já se viram numa situação dessa, a de gostar de alguém e parar por aí. Pois bem. Já me ocorreram vários "É essa" nesses parcos anos de minha existência. Mesmo assim, eu lembro de todos. Todos. E como eu "pulava" de um para outro são vários os fatores: local, amizades, convivência... o próprio tempo, que amadurece e te explica melhor, te ensina como se deve agir com relação a isso, a amar. Pensando bem, ensina coisa nenhuma. Quantas vezes fui otário, fiz papel de bobo por causa disso. Mas faz parte, não reclamo. É um sentimento bom, e que me deixava tranqüilo. Eu gostava de alguém. Pronto. Eu sabia que não tinha coragem para tomar nenhuma atitude, sei lá, contar para a pessoa que eu gostava dela, por exemplo. A covardia era minha aliada. Só teve uma vez em que eu quis ir além. Só teve uma vez em que eu achei que devia ser diferente. E como tristeza não tem fim, felicidade sim, aquele já frágil amor quebrou-se como vidro. Foi a última pessoa de que gostei. Isso já faz 2 anos. Desde então, tenho procurado saber quem será a próxima "É essa". Não tenho nenhuma pressa, mas também não estou acostumado a não gostar de ninguém. É incômodo, é triste, e ecoa vazio aqui dentro.
Poi eu, eu só penso em você
Já não sei mais por que
Em ti eu consigo encontrar um caminho, um motivo, um lugar pra
eu poder repousar meu amor
Trecho de "Fingi na Hora Rir" dos Los Hermanos (ou Losermanos, como preferir :-/ )
6.12.03
Esses dias ouvi uma história muito legal:
Em 1900, um matemático lançou uma série de 23 problemas matemáticos desafiadores. Este ano, resolveram o 16º (sim, foi uma mulher :* ), faltando agora a solução dos problemas 6 e 8. Mas o mais legal é que um grande matemático chamado Von Neumann resolveu 2 desses problemas de um jeito bem inusitado. Quando ele ainda estava fazendo faculdade, um professor escreveu no quadro os 23 problemas "impossíveis", só por curiosidade geral. Neumann, então, depois de ter chegado super atrasado na aula, copiou às pressas a lista toda pensando que era pra resolvê-la e entregar depois. Passou-se uma semana, ele chega ao professor reclamando que a lista estava muito difícil, e que ele só tinha conseguido resolver 2 exercícios.
A Lívia veio aqui ontem (sexta) e trouxe um DVD pra gente assistir: A Vida de Brian de Monty Python (Monty Python's Life of Brian)
Uma comédia, de 1979. É uma paródia sobre o tempo de Jesus, enfim, o filme é uma muvuca, um celeuma total... mas dá pra dar boas risadas... =]
5.12.03
COLA
Eu colei, e daí?
Taqui a cola:
entrada:
slt $t0, $s5, $s0
beq $t0, 1, saida
li $v0, 5
syscall
move $s3, $v0
mul $t1, $s0, 4
add $t1, $t1, $gp
sw $s3, 0($t1)
add $s0, $s0, 1
j entrada
saida:
slt $t0, $s5, $s6
beq $t0, 1, fim
mul $t1, $s6, 4
add $t1, $t1, $gp
lw $s4, 0($t1)
li $v0, 1
move $a0, $s4
syscall
add $s6, $s6, 1
j saida
fim:
li $v0, 10
syscall
REGISTRADORES:
$s0 - $s7
$t0 - $t9
RESTO DA DIVISÃO:
rem $t0, $s1, $s0
Tá, o professor falou que podia levar UMA folha A4 com qualquer coisa escrita. Na minha só tinha isso. Só o necessário...
Natal. Que bom velhinho, que nada. Natal pra mim é e sempre será panetone. Sou louco por panetone...
4.12.03
Tô sem sono... muita coisa na cabeça...
Amanhã eu e o Lipe combinamos de fazer alguma coisa, só não sabemos o quê! :-O
Hehe, enchi de posts porque o blog tava muito murcho, coitado!
Agora sim parece um blog.
E lembrem-se: isto é cultura, e não inutilidade, hehe.
NONSENSE 2
O CACHORRO AMARELO
Belo Horizonte
São Paulo
Rio de Janeiro
Quem é o cachorro amarelo?
O cachorro amarelo é um cachorro amarelo.
Ele tem um nome?
Cachorro amarelo. Você pode traduzir este nome para sua lingua preferida.
Raça?
Vira-lata, amarelo.
Como faço para receber cachorros amarelos?
Envie seu nome e endereço completos [mail@theyellowdog.net]
O cachorro amarelo não está poluindo a cidade?
Talvez, como tudo o que está nas ruas: propaganda, graffiti, homens placa, o barulho do tráfego, anuncios de videntes, etc.
Onde posso ver as fotos do cachorro amarelo?
Procure neste site, no link pictures.
As fotos são atualizadas regularmente.
Como os cachorros são fixados?
Com qualquer tipo de adesivo que exista à mão. Cola Branca à base de PVA ou PVC, Grude, fita adesiva, cola spray ou até cuspe.
Há dinheiro envolvido nisso?
Existem custos para a manutenção do site e producão dos cachorros. Mas os cachorros são distribuídos gratuitamente e o projeto não possui fins lucrativos.
Quem é o responsável pelo projeto?
Todos os que dele participam de alguma forma, fazendo, pregando ou registrando os cachorros.
NONSENSE
THE BRICK TESTAMENT
As histórias da Bíblia feitas de Lego.

ÔNIBUS
Acontece de tudo dentro de um biarticulado
Voltando da faculdade, quase chegando no meu ponto, entra uma senhora de uns 60 anos ou mais e eu me levanto:
— Pode sentar aqui, senhora!
— Tá me chamando de velha, é?
— ...
99871414
"Discagem incorreta. Verifique o número discado e tente novamente."
Meu número de celular durou 1 ano, 1 mês e alguns dias. Acho que nunca mais vou conseguir ter um número tão fácil de decorar como este.
Mas foi o preço (e que preço) que tive que pagar para poder mudar de pós-pago para pré-pago (na verdade ainda não mudei pois custa R$30,00 e até que estou gostando de ficar sem celular, hehe). Meu celular é esse aqui, só que sem a antena ( quebrou não sei onde):
Cheguei à conclusão de que vivo melhor sem ele do que com. Mas não vivo sem .com, hehe. Nem www. Nem @. Hello Moto!
RETROSPECTATIVA
Vários meses sem blog. Talvez não.
O blog é um diário? De certa maneira, sim. Um diário aberto. Totalmente. Mas durante todos esses meses sem um "endereço", sem um blog, o meu diário foi sendo escrito de várias outras maneiras, dentre elas, a principal, o ICQ. Cada pessoa que falou comigo recebeu uma dose desse diário. Por ser algo mais individual, também foi mais profundo, porém menos elaborado. Bom, mas se eu voltei é porque senti saudades, claro. Tantas coisas aconteciam, e eu me lamentando: "Puxa, se estivesse com o meu blog na ativa já colocava isso lá". E pode acreditar que isso aconteceu inúmeras vezes, foi o que me trouxe de volta.
Sobre o meu blog antigo, eu nunca quis desistir dele. É que, realmente, pela proposta oferecida — de unir coisas pessoais a informações/notícias de/sobre tecnologia — ele se tornou inviável. Me custava muito tempo e trabalho. Por isso, neste novo blog, resolvi deixá-lo bem clean. Só eu e ponto.




